O jovem Mário de Andrade, durante a Primeira Guerra Mundial, afirmava em seu primeiro livro: "Há uma gota de sangue em cada poema". Parafraseando o poeta e com base em suas reflexões e práticas, o autor deste obra sustenta que "Há uma gota de sangue em cada museu". A possibilidade da paráfrase ancora-se na identificação de uma veia poética pulsando nos museus e na convicção de que tanto no poema quanto no museu há "um sinal de sangue" a lhes conferir uma dimensão humana, demasiadamente humana. Admitir a presença de uma gota de sangue nos museus - sejam eles clássicos, comunitários, ecomuseus ou de território - significa também aceitá-los como arenas, espaços de conflito, campos de tensão, de tradição e de contradição. (Pelo autor)
- Peso (produto embalado): 0,241 kg
- Dimensões (produto embalado): 16cm x 23cm x 0cm
- Ano da edição: 2006
- Autor: Mário Chagas
- Co-Edição: CEOM
- ISBN: 978-85-98981-58-1
- Páginas: 135